Gostou?

Share |
Mostrando postagens com marcador amor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador amor. Mostrar todas as postagens

Ele quis.



Um dia ele quis voltar.
Homens são assim... eles voltam quando desistimos deles.
Sim, ele quis voltar. Como se nada tivesse acontecido.
Já tinha seguido meu caminho, me conformado, cicatrizado a ferida.
Mas, ele quis voltar. Como se o tempo pudesse voltar.
Não consegui responder. Só sentia as lágrimas mornas caindo pelo meu rosto.
Contudo, ele quis voltar. Aquele eterno desconhecido.
Só que o abraço dele, que um dia tanto desejei, me causaram repúdio.
E ele ainda quis voltar. Respondi com o meu silêncio e tornei a subir as escadas.
Se pudesse, embrulharia essa música e daria de presente para que ele, realmente, entendesse o que estava sentido no momento.
Ele quis voltar. É, os homens são assim...

Para aqueles que amo...


É difícil aprender a amar além de nós mesmos.

Mas quando eu amo... ah, mas quando eu amo... nessas raras vezes que amei na vida, aprendi que amar é ser livre e deixar as pessoas livres.

Aqui, não falo só do amor romântico. Falo do amor fraterno, do amor pela família, amigos, gatos e, principalmente, amor pela vida em si.

No entanto, não é fácil amar dessa forma despretensiosa. A minha mais verdadeira verdade é que morro de vontade de colocar tudo que amo dentro de uma jaulinha do meu coração. Não. Não quero prendê-los. Quero trancafiá-los para protegê-los das mazelas desse mundo que é tão cruel.

Queria ter asas enormes para proteger a todos que amo das tempestades, dos tsunamis, dos terremotos que esse mundo fanfarrão insiste em nos enviar.

Ter espaços suficientes para dar colo a todos ao mesmo tempo. Muitas mãos para fazer cafunés, muitos olhos para poder chorar junto. Muitas bocas para gargalhar. Seria uma aberração da natureza de tanto amor que eu queria dar.

Mas a verdade, a verdadeira verdade, é que mal posso cuidar de mim... quanto mais daqueles que amo. Sou eu que amo e sou eu recebo os cafunés, o compartilhar das lágrimas e dos sorrisos. Sou eu quem ganha colo quando meu chão desmorona.

Meu amor é assim, deixo-os livres para fazerem o que quiserem, mas, mesmo assim, eles preferem estar do meu lado nem que seja somente em pensamento. É essa liberdade que nos prende, nos faz cativo da pessoa amada.

Tenho muito que aprender com aqueles que amo. Logo eu, que de tanto amar, queria ensinar e não receber essas lições que fazem a gente virar mais humano.

É. O amor tem dessas coisas....

O meu querido ódio


O amor me faz viver, sorrir, cantarolar, sentir-me leve, nas nuvens.

Mas jamais desconsiderei o ódio. Enquanto o amor faz-me viver... o ódio faz-me sobreviver.

O ódio me traz a indignação, a força de vontade, a inteligência, a sagacidade.

Nenhum sorriso fez-me sobreviver.... mas já as lágrimas.... ah as lágrimas! Essas sim me fazem forte o suficiente para seguir adiante.

O amor, o carinho, a amizade, o afeto tornam minha vida suportável. Mas o ódio, o sofrimento, o trauma, todos os rasgos que ainda tenho em meu coração... são eles que me deixam viva e pulsando fortemente.

Você pode ver as coisas ruins que acontecem da forma que bem entender. Eu vejo que cada sofrimento que tive, tenho e certamente terei... me tornará mais e mais humana e sábia.

O amor te conforta, mas o sofrimento te ensina. E a primeira coisa que aprendi com o sofrimento é que ele nunca é eterno por mais insuportável que pareça.

Certas pessoas quiseram e ainda querem me levar ao hospício. O problema é que, no momento em que me chamam de louca, minha lucidez vem à tona.

Os meus amigos mais próximos já conheceram meus pensamentos suicidas. Mas foi só um médico dizer-me que a medicina não podia fazer mais nada por mim...que o ódio e a indignação que senti foram tão grandes que me fizeram lutar por cada célula viva do meu corpo. Sobrevivi, como sobrevivi várias vezes.

Minha vida parece um vazo quebrado e colado milhares de vezes. Uns podem achar algo grotesco, porém, considero cada pedacinho de vidro colorido quebrado e colado várias vezes um lindo vitral. A beleza do vitral da minha vida não está na sua deformidade, nem nos buracos que até hoje não consegui achar algo a preencher...

O encanto está justamente na sua história. Não importa quantas vezes a minha vida se quebre em mil pedaços... Sempre estarei lá eu... juntando os caquinhos com lágrimas, com ódio, com indignação.

Uma das pessoas que mais me incentivaram na vida foi meu pai. Não, ele não me apoiou em quase nada em que quis fazer nessa vida. Ele sempre foi o primeiro a dizer que sou desengonçada, desastrada, desorganizada, nada feminina. Se eu pretendo fazer algo, ele é a primeira pessoa a rir da minha cara.

Muitos filhos seriam traumatizados eternamente com um pai desses. Mas eu não. Cada não que ele me diz me faz crescer aquele ódio e indignação e força de vontade que só quem sabe que enfrentará uma guerra conhece.

O “não” do meu pai poderia me levar ao psicólogo, mas eu peguei cada “não” dele para transformar em superação. O “não” dele poderia fazer-me odiá-lo... mas se não fosse por seus “desencentivos”, eu jamais superaria meus limites. Como não amar uma pessoa dessas?

Então, fica um aviso aos meus inimigos que lindamente colhi durante a vida: Não me deseje o inferno, pois só de pirraça vou conquistar um pedaço no céu.

Minha doce criptonita


Todos têm sua fraqueza. Jamais, aconselharia a ninguém a expô-las. Sempre tem um desalmado que pode usar isso contra ti.

Qual é a sua criptonita? Qual é a minha criptonita? Precisamos localizá-la, rapidamente, e jogar para fora o mais longe que puder. Afinal, sem fraquezas, sem dor. A coisa mais lógica a fazer.

Minha criptonita é meu sentimento pelos outros. Não sou do tipo sentimentalista e melosa. Mas quando eu sinto, eu sinto para valer.

É meu precioso. Eu sinto esse querer bem, esse amor. Não sei, exatamente, o que acontece para fazer que esse sentimento nasça por umas pessoas e outras não. Só sei que nasce e não é necessário ser recíproco.

Minha fraqueza é dar de graça aquilo que eu mais preservo em mim. Guardo com todo carinho e não deixo qualquer um chegar perto. Mas, quando resolvo dar... dou de graça, sorrindo e oferecendo um bolinho com café junto.

Dou sem pedir nada em troca. É um presente que não se vê e nem todos têm a sensibilidade de sentir. Mas está lá... intacto.

Nunca pedi nada em troca, mas não sou idiota em não confessar que espero ser correspondida. Espero mesmo. Fielmente.

Nem sempre sou correspondida, aí o que nos sobra é respirar fundo e seguir em frente, porque, infelizmente, não há forma de pegar esse sentimento de volta e fingir que ele nunca existiu.

Ele existe, foi marcado como boi a ferro em brasa no átrio mais nobre do meu coração.

Não sou a pessoa mais apta do mundo a demonstrar esses meus sentimentos. E, quando, eu mostro... mostro do meu jeito torto. Gostaria de dizer a essas pessoas, diariamente, que eu as amo, mandar cartõezinhos melosos, de abraçar e de beijar e de aninhar todos em meu braço com cafunés. Mas, eu não sei fazer isso.

Essas ações, por mais belas que sejam, me parecem falsas. É estranho, mas meu sentimento floresce quando eu brigo com elas, dizendo que me magoei ou que ela está fazendo tudo errado por isso ou por aquilo. Só me “disponho a me indispor” com as pessoas que amo.

É que meu coração não suporta ver os que amo fazendo coisas que podem machucá-los lá na frente. E para impedir isso, sou capaz de gritar, de ofender, de magoar, de bater. Se alguém tiver que sofrer, que seja eu sofrendo pelo olhar torto daqueles que amo. Se isso for impedir de vê-los sofrer... eu pago o preço.

E se alguém ofender aqueles que amo, meu querido, comprou uma briga com o inferno. Eu perco as estribeiras, a educação e bom senso. Viro um pitbul de batom. Quer brigar com os que amo? Vai ter que passar por cima de mim primeiro. Posso suportar ofensas a minha pessoa, até acho graça. Mas mexe com aqueles que amo que eu mostro onde está a graça bem no meio da fuça de alguém.

Mas falando em graça e em sentimento, a graça está, exatamente, em dar de graça esse amor e mesmo assim, sem pedir nada em troca, sem manipular, receber a reciprocidade.

A desgraça está em dar de graça e a pessoa fazer pouco caso dele. Ou quando alguém descobre que esse sentimento me é importante e tenta me atingir com ele. Afinal, podem me atingir o quanto quiserem, mas não cheguem perto dos meus sentimentos pelos outros ou de seus destinatários... eu viro bicho.

O mais irônico de tudo isso, é que meu sentimento pelos outros é minha criptonita e, ao mesmo tempo, é a minha força de viver. Se eu jogar minha criptonita longe de mim, eu morro. Se eu conviver com a minha criptonita, sou capaz de matar e de morrer e de continuar vivendo ainda sim.

A verdade é que a minha fraqueza é a minha maior fortaleza. Um paradoxo irresolúvel, inviável e intratável.

Essa é a minha criptonita: Amarga e doce, mortal e vital, repulsiva e preciosa, esculpida com muito custo e dada de graça, me faz experimentar o céu e descer aos infernos, razão da minha vida e que pode me custar a morte.

Essa dualidade ainda vai me transformar em um monstro, ou me deixar mais humana. Tudo dependerá do ponto de vista daqueles que fazem parte da minha doce criptonita e daqueles que não possuem a dádiva de nem chegar perto dela.

Meu primeiro amor


Existe sentimentos que ficam lá no fundinho do coração, escondidos, como um bibelô de cristal com laçarote lilás que teimamos em deixar num cantinho da estante, mesmo que não combine com o resto da casa... que agora é moderna e clean.

Na grande maioria das vezes não são perceptíveis a todo momento, mas estão lá sempre... mesmo que a gente não note.

Aí, um dia, estamos olhando para o nada e nos deparamos com aquele enfeitinho de cristal. A gente dá um sorriso saudoso e gostoso. Lembramos do momento especial em que ele foi adquirido. Suspiramos, e seguimos em frente.

Hoje, me deparei com um desses sentimentos: o primeiro amor. Fazia muito tempo que não pensava nele, mas isso não significa que ele não estivesse guardadinho no coração todos esses anos.

Não sou a pessoa mais inteligente e mais sábia desse mundo. Talvez o que eu diga seja verdade. Talvez não. Mas é minha verdade de hoje.

Uma vez que se ama uma pessoa, você o amará para sempre. Não importa se seja recíproco. Não importa se ele um dia te magoe. Não importa se o odiamos, ou não. O amor sempre estará lá. Porque o amor é algo que a gente dá sem promissória e nem recibo. Ele é emanado, e, o fato de ser ou não correspondido, não o desqualifica enquanto amor.

Tem data de nascimento, porém, até hoje, nunca ouvi falar do seu obituário. Quando a gente sofre com o amor... nós podemos amarrá-lo, seqüestrá-lo, torturá-lo, ou esconder tão bem escondido que nunca mais o consigamos sentir.
Ou, pode fazer como eu, enfeitá-lo com um laçarote lilás e deixar ali, quietinho, no cantinho da estante da sala de estar do nosso coração... ausente em sua constante presença na decoração da vida.

Meu primeiro amor foi como deveria ser: doce, mágico e trágico. Pintado com todas as cores do arco-íris. Fui a princesa em perigo e a bruxa malvada do meu próprio conto de fadas. Tudo ao mesmo tempo.

Mas, hoje, fechei meus olhos e visualizei esse pedacinho de cristal que, apesar de todo o tempo passado, mágoa sentida e a experiência adquirida... continua ali, brilhante e inocente, como sempre foi e como, pelo jeito, sempre será.

Lembrei da época em que queria ter um amor para a vida toda. Alguém que eu cuidasse e que me protegesse. Alguém que eu brigasse e fizesse as pazes levando o café da manhã na cama. Alguém com quem eu pudesse fazer qualquer coisa extraordinária, ou, simplesmente, ficar ao lado dele sem fazer nada, e, ambas a hipóteses serem igualmente doces e felizes. Alguém com quem eu pudesse conhecer as maravilhas do mundo e os perigos de conhecer a mim mesma. Alguém, até que a morte nos separasse.

Sei que não fui tão importante na vida dele quanto ele na minha. Sabe, depois de tantos anos essas miudezas não doem mais. Eu o amei e, de certa forma, continuo o amando... é verdade. Mas esse é um sentimento meu, que só EU sinto e somente EU me delicio com tudo que de bom ele pode me proporcionar. Um sentimento quase infantil, inocente e... como toda criança: egoísta.

O que ele de bom me proporciona? Faz-me lembrar que, hoje, mais do que nunca, ainda quero as mesmas coisas simples (sem deixar de ser extraordinárias em sua singeleza) que sempre desejei. Mesmo estando longe dele, ainda consigo mandar vibrações de carinho e afeto puros e cristalinos. Não sei se ele recebe ou não, mas o tempo me ensinou que algo piegas é, extremamente, verdadeiro: a lei do retorno. E, assim, descubro que querer o bem dele é uma forma de me amar também, de valorizar o que há de melhor em mim.

Entenda, não importa se ele hoje é solteiro ou casado, se tem filhos ou não, se ama alguém ou não. Porque o amor é assim, se dá de graça e a pessoa que recebe o carrega para o resto da via.

Como disse A. S. Exupéry, “tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”.

E eu? Sigo em frente, vivendo as delícias e os temores que o tempo nos traz. Contudo, ainda guardo esse bibelô como meu pequeno tesouro do meu universo particular.

Eu, eu mesma... sem você num sábado a noite

Durante muito tempo li sobre vários filósofos. Vocês sabem... fazer direito te obriga a ler tanto durante a faculdade que, quando você a termina e adquire uma profissão, a gente arruma as gavetas mas se nega a ler um livro da série vagalume que seja.

Já tinha me esquecido de como era bom ler para viajar na imaginação de um romance subliteratura.

Esse era meu plano para sábado a noite. Ler meus sub romances ( eu meus mangás do Blade), estatelada em minha cama queen size que amo. Antes disso, uma boa depilação, muitos cremes e uma bela escova no cabelo. Ok, o meu programa de sábado a noite não era o sonho de consumo, mas pelo menos era o meu programa.

A verdade é que estava sentindo falta desse tempo by my self. Para alguns, ficar em casa num sábado a noite é confessar-se totalmente looser ou forever alone. Para mim, sempre foi uma opção. A opção de estar com a única pessoa que vale a pena ser valorizada, pelo menos, uma vez por semana: eu mesma!

Por um instante pensei nele. O que ele estaria fazendo nesse exato momento? Doeu ter que pensar que, muito provavelmente, ele estaria com outra. Se, mesmo estando comigo, ele ainda estava com outras... imagina agora que ele está livre?

Não. Melhor não imaginar. Imaginar isso dói e, já não me devo importar com coisas que não me dizem respeito. O que ele estaria fazendo ou não, não era mais da minha conta.

Suspirei profundamente, mordisquei minha bolacha passatempo e tomei um gole de coca bem gelada. Abri meu livro e comecei a ler.

Porém, no coração, havia uma verdade recém descoberta: a vida me ensinou a acreditar em príncipe encantado, mas, não me avisou que eu não era uma princesa. Pena.

O cara casado. Da Série: Homem-problema: identifique-o e caia fora.

A maioria das pessoas acha que uma mulher se torna amante porque é vadia, vagabunda ou porque simplesmente quis. Mas não é bem assim.

A quase totalidade das mulheres que são ou já foram amantes de alguém são, na verdade, mulheres maravilhosas e bem resolvidas.

Elas não se tornam amantes porque adoram ser isso, mas porque, simplesmente, acontece.

O cara casado sempre aparece muito bem educado, como quem não quer nada e, normalmente, deixa bem claro o seu estado civil desde o início.

Eles têm papo e saem sozinhos de vez em quando (normalmente dias de semana ou de dia mesmo). E, assim, não há pecado nenhum em conversar com um homem que REALMENTE tenha assunto. E, aqui, as mulheres hão de convir comigo: encontrar um homem que tenha conteúdo não está fácil.

Ele não é bonito, muitas das vezes não é rico. É um cara normal, com certa estabilidade financeira para poder almoçar ou beber algo num lugar legal.

Logo, no começo, a mulher só conhece um carinha legal e simpático. É. Ele já está de olho em você e você nem percebeu.

Dificilmente, ele vai chegar em você, de cara, e convidá-la para um motel. Esses não querem uma amante. Esses querem só uma foda.

Ao contrário, ele vai te escutar, ouvir o que você acha da globalização, de comida japonesa e daquela sua amiga falsa. Impossível, no meio de tantos assuntos, não falar sobre relacionamentos.

E aí será sua vez de ouvir de que vida de casado não é lá grandes coisas, que está desgastado, que tem os imóveis, os filhos, a sogra, que ele nem sabe mais o que é sexo. E você ouvirá atentamente em retribuição a toda a atenção que ele já te deu.

Vai te dar tanta pena que a tua vontade é de pegar a criatura no colo para ninar. Vocês trocam MSN, Face Book ou a rede social da moda.

Passam madrugadas inteiras conversando. Numa hora ele te chama de linda, noutra ele diz que você é maravilhosa. E ele ainda afirma que os homens não sabem o que estão perdendo ao saber que você está só ou que tem uma ou outra relação casual.

E isso pode levar semanas ou até meses. Você não sabe ainda, mas já está dependente dele. Sente falta quando não vem aquela SMS na madruga.

Você pensa: “Sim, ele é casado. Merda. Mas foi sincero desde o início. E me dá mais atenção que muito homem solteiro que já fiquei por aí.”

Você vai pensar que irá se tornar uma destruidora de lares, mas ele mesmo disse que o relacionamento já acabou faz tempo.

A verdade é que você o deseja, mas fica na sua. Como ele é casado, quem tem que tomar a iniciativa é ele.

E ele toma.

E você nem percebeu, mas se tornou amante. Ele te trata com carinho, te liga noutro dia, te manda emails melosos e safados. Como não resistir a sair com ele mais uma vez, mais duas, mais três, mais cem vezes?

Você não o vê nos finais de semanas, nem feriados. Restringe-se aos dias de semanas. Muitas vezes ele desmarca em cima da hora. Mas, quando dá certo de se verem.... tudo é perfeito. Quase perfeito né? Se ele não tivesse outra família.

Aí, querida, já é tarde demais.

Eu já passei por isso e muitas mulheres que estão lendo também. Homem casado é assim mesmo. Não, você não é especial. Ele não te ama. Por mais que ele prometa, ele não vai deixar a esposa dele por você.

Um homem casado sabe que uma mulher magoada é capaz de qualquer barraco e confusão, e ele fará de tudo para isso não acontecer.

Ele diz, desde o início, que é casado porque sabe que se te enganar, você pode estragar a vida dele com telefonema. Não, minha querida, ele não estava sendo sincero porque se importa com seus sentimentos e sim porque era conveniente.

Assim, como é conveniente um cara casado chegar numa mulher aos poucos. Ele vai prestar atenção no que você está dizendo. Mas não porque ele é atencioso, mas porque ele quer saber se você é do tipo barraqueira. Porque se você for, ele vai cair fora num instante.

Sim, ele vai dizer que o casamento dele é uma merda. Né? Se disser que está feliz, você não vai querer nada com ele. Acredite minha cara, se o cara casado está infeliz, ele vai se separar dela e não há filhos ou bens que compre a paz e a liberdade de um homem.

Tem também aquele cara que realmente está se separando, mas não sabe ficar sozinho. Assim, precisa de uma mulher step para passar todo o processo traumático e quando você menos esperar, ele vai namorar outra e não você. Entenda: você é amante e ele te vê como amante.

Claro que tem as RARAS exceções. Uma vez eu li que homem casado era igual ostra: dentre milhares, apenas uma tem pérola.

O cara casado, com certeza vai te tratar com carinho e todos os mimos que você acha que merece. Mas não porque ele te ama, mas porque ele sabe que se te tratar mal, você pode transformar a vida dele (e da esposa e dos filhos) num inferno. Mas, se ele te trata bem é você que não tem razão para reclamar.

Ele vai desmarcar encontros em cima da hora, te deixar sábado sozinha em casa, ele não vai passar Natal nem dia dos namorados contigo. Talvez possa, no máximo, acompanhá-lo numa viajem de negócios em outro estado do país. E quando você reclamar (porque um dia, mais cedo ou mais tarde, você vai), ele te dirá que foi sincero com você desde o início que era casado e, casamento tem lá seus percalços. Você não terá argumento.

Você pode concordar comigo ou não. Mas está aí um tipo de homem que a gente não merece.

É que enquanto você se encontra numa relação sem futuro, você está deixando de encontrar um cara legal que queira te assumir de verdade, em todas as nuances da vida dele.

Eu mesma passei por isso há muuuuuito tempo atrás. Fui amante dois anos e hoje percebi que perdi 24 meses da minha vida.

Por que as mulheres traem?


Depois de ler a listagem de motivos da traição masculina citados por Arnaldo Jabor, resolvi, eu, uma mulher entre tantas, escrever aos homens revelações sobre a traição feminina.

Sei que não estarei relatando uma opinião unicamente minha, pois converso com outras mulheres e partilhamos de ideias semelhantes.

Primeiro: A mulher comprometida, diferente do homem, demora mais a começar a trair. Um dos motivos é o amor que sente pelo namorado, noivo, marido, o que for. Outro motivo é “o que os outros vão pensar?”. É, a sociedade, mulher também é racional, apesar de vocês acharem que vivemos sob a influência de hormônios, mas somos sim racionais (em alguns dias do mês) e, quando racionalizamos, levamos vantagem, somos melhores estrategistas!

As que têm filhos demoram ainda mais para trair, pensam nos filhos, em como “isso” poderá afeta-los, na verdade, pensam mais nos filhos do que nos cônjuges, afinal, marido não é parente!

Segundo: É bem verdade que traímos nossos homens, com homens pelos quais sentimos alguma admiração, como professores (esses são ótimos), homens mais velhos (o que eles sabem?), homens casados (por que a fulana casou com ele?) e também têm aquelas que gostam dos novinhos (para dar umas aulinhas e se sentir uma loba dominadora).

Mas, também traímos pelo sexo, (pasmem! homens!). Traímos pelo prazer da carne. Mulheres, também, gostam de sexo, e aí estái o erro do homem comprometido, mas disso falo depois.

Pairam em nossas fantasias os mais diversos fetiches: sentimos tesão pelos policiais (algemas...ui!), pelos bombeiros (apaga meu fogo!), o dentista, o médico, o músico, o segurança, o lutador, o personal...ufah!

Terceiro: Assim como o homem adora bunda grande, seios fartos e coxas grossas, nós, mulheres, adoramos uma barriga de tanquinho, braços fortes, coxas de ciclista, bumbum durinho, mãos grandes e um...você sabe!!!

Pois é, não é só um bom papo, vinho caro e bens materiais que levam uma mulher para a cama. Também somos fúteis nesse aspecto.

Quarto: Mulheres, também, gostam de selvagerias. É. Gostam sim. Bom, nem todas, sempre têm as “cu doce”, mas, se não quer ser corno, não espere sua esposa te dar as dicas de onde beijar, onde morder e mais importante, onde chupar!!!!

Se você não pegar ela de jeito, ela vai ser pegar por outro e, não pense que ela traiu porque está apaixonada por outro. Não, são os hormônios e eles são incontroláveis, até para nós. Somos como animais, entramos no cio.

Mas mesmo que ela sinta necessidade hormonal de te trair, perdoe-a, pois ela ainda te ama, afinal, assim como você, não pode controlar a natureza.

Quinto: com o advento da internet ficou mais fácil trair, tudo tem senha e nós até sabemos apagar cookies. Os chats são um prato cheio, entramos com Nicks bem distintos: Ksadinha_carente, Noiva-Safada, M_afimDeSacanagem, etc..., somos criativas, bom, homem não pode ver mulher entrando no chat, ainda melhor se for comprometida (menos chances de compromisso). Do chat pulamos para o msn, lá podemos ver fotos e até uns showzinhos na webcam. Se valer a pena, marcamos algo, sempre em horários fora de suspeita, de preferencia durante o dia, no intervalo do trabalho ou no horário da academia, ou ate matando uma aula de culinária.

Sexto: Mulher quando conhece um cara bom de cama, aquele que vira ela do avesso, gosta de manter as escapadelas com o mesmo gostosão por um bom tempo. Alguns duram anos, mas não porque estamos apaixonadas, mas sim porque gostamos de qualidade e, achar um homem que faz tudo na cama está difícil. A maioria são amadores e não falam o que gostamos de ouvir na hora “H” e não falo do “eu te amo”, ou “você é linda”, falo dos nomes sujos mesmo.

Então, acho que é isso, escreveria mais, mas acho que daria tudo de bandeja para os marmanjões, mas uma coisa vocês têm que saber: abram seus olhos, nós também traímos!


PS: Esse texto não é de minha autoria. Foi escrito por @mirind4 e cedido, gentilmente, para publicação no Blog.

Simplesmente adeus


Adeus.
Não que não te goste, mas não te quero mais.
Adeus.
Porque a vida segue, e a minha precisa seguir também.
Adeus.
Do que adianta dizer que fui a única mulher da tua vida se tu não demonstras com fatos.
Adeus porque cansei de te esperar.
Adeus porque acho que a vida tem mais o que me dar.
Perdoe-me por esperar mais da vida do que as migalhas do teu amor.
Não que eu não te ame, mas é que eu amo mais a mim mesma. Tem que ser assim e há de ser assim.
Sei que esse adeus é um adeus egoísta, pensando somente em mim. Mas, tu não pensaste em mim esse tempo todo em que te dei essa oportunidade.
E alguém tinha que pensar, nem que fosse eu mesma.
Logo, que assim seja. Adeus.


Seis anos sem minha mãe


E eis que ontem minha mãe fez aniversário de morte. Termo engraçado esse: “aniversário de morte”.

Seis anos se passaram daquele dia que mal fez parte do meu calendário, pois, naquela data, eu não vivi. Apenas respirei e atendia aos reflexos que o dia-a-dia me obrigava.

Hoje, temo nunca entender o amor que ela teve por mim já que descobri, recentemente, que alguns problemas de saúde tornam o fato de eu ser mãe um dia algo um pouco difícil. Logo eu, que nunca pensei em ser mãe... estou aqui me lamentando pelo fato de, biologicamente, não poder ser mesmo. Mas uma coisa é não querer, outra é não poder.

Ontem, chorei, e pedi desculpas a ela por não poder dar um neto, pois, me consolo com o fato de que ela estaria acompanhando o meu filho (se tivesse um) nem que fosse de longe, em outro plano.

Posso nunca entender o amor de mãe. Mas entendo o amor de filha. Por um momento, daria tudo que tenho e o que não tenho por um abraço dela nem que fosse por cinco minutos. Mas, logo, covardemente, repudiei esse desejo com todo meu coração. Não que eu não ame minha mãe, mas é que, exatamente, por amá-la, não suportaria perdê-la novamente. Cruel.

Aos interessados: Coração fechado pra balanço.


Pensei. Desisti. Pensei novamente. Não consigo chegar à outra conclusão e, admitir, que sou uma mulher carente.

No fundo, todas somos. Por mais que sejamos altivas, com o próprio trabalho, o próprio dinheiro, por mais que sejamos independentes, ainda somos tão mulheres quanto aquelas donzelas românticas que esperam o príncipe encantado para viverem felizes para sempre. Malditos contos de fadas que nos ensinam.

Cresci, não apareceu nenhum príncipe encantado. Decidi me divertir com os sapos mesmo. Mas aquela carência, a falta de alguém que te complete e preencha nosso coraçãozinho ainda persistiu e persiste. Aquele sonho que nasceu na pré-adolescência de um dia ter uma vida simples, porém, confortável com um homem que eu ame e me ame de volta ainda está lá no fundo dos meus desejos inconscientes.

Podem me achar radical demais, mas às vezes me acho meio prostituta. Uma Maria Madalena dos tempos modernos. Não que eu tenha me relacionado com homens por dinheiro ou por poder. Nada disso. Relacionei-me por bem menos: por um pouco de carinho e de atenção. Antes tivesse cobrado em dinheiro.

Mas, hoje, a Maria Madalena moderna não é apedrejada. É desprezada, ignorada e tratada como um pedaço de carne. Logo nós, que não pedimos nada em troca além de momentos em que nos sentimos amadas, mesmo que estejamos cientes que é só para nos levar para a cama.

Cada prostituta leva a pedrada que merece, e, depois de tanta violência velada, resolvi curar a feridas, me cuidar, pensar mais em mim do que no outro.

Eu mesma terei que aprender a acabar com a minha própria carência com a ajuda de Deus e dos amigos. Terei que aprender a dizer não, mesmo que esse não signifique ficar sozinha. Encontrar o prazer de estar comigo mesma é necessário no momento.

Espero não ficar sozinha para sempre, mas espero, ansiosamente, pelo dia em que um Salvador me livre do apedrejamento, me compreenda em seu íntimo e peça para não pecar mais.

Uma breve história de amor

Era uma vez uma menina que tinha um sonho

De amar apenas um único homem para sempre toda a sua vida

Um dia ela achou que encontrou esse homem,

Entregou seu coração e fez planos para terem uma vida simples e feliz.

Mas logo depois ele a traiu com a primeira vaca que encontrou.

O amor acabou, a menina se desiludiu. FIM.

Só mais uma sobre isso que a gente sente


Quero ser amada,

nem que tuas palavras sejam mentiras.

Engana-me, me faz de trouxa, mas, me faz me sentir amada.

Oferece-me teu ombro amigo, carinha meu cabelo,

nem que seja só pra me levar pra cama.

Liga-me, me procura e diz que tem saudades,

mesmo que eu não seja o amor da tua vida.

Conta-me piadas, teus problemas e fica do meu lado,

mesmo que sejam cantadas baratas.

Não me importo de viver uma mentira desde que viva.

Porque posso estar “arrasada, mas, de algum modo, não desfeita em pedaços."

Powered by Blogger