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Ah a velhice...


Depois de certa idade, pensar sobre a velhice parece item obrigatório em qualquer D.R. (discussão de relacionamento) consigo mesmo.

O fato é que a infância um dia acaba, a adolescência um dia acaba, a juventude um dia acaba, mas a velhice não. A velhice é eterna no melhor estilo “eterno enquanto dure”.

Haverá o dia em que tu olharás no espelho e dirás: “Estou velho”. Pronto. A partir daí, a velhice estará impregnada em cada célula tua. Tu podes estar mais ou menos velho, mas sempre será um velho.

Eu já disse: “não tenho medo de envelhecer, tenho medo de ficar velha”. Mas não é medo das rugas ou do peito caído. Tenho medo da fragilidade do corpo humano... de ter que ser dependente dos outros para tomar um banho, arrumar a cama ou para ir na padaria.

Medo de não poder mais comer um Xis-salada por causa da pressão e do colesterol ou um brigadeiro por causa da diabetes.

Medo de não conseguir aproveitar as pequenas coisas da vida que não canso nunca como um banho de chuva nesse calor insuportável.

Li por aí que o corpo humano atinge o seu ápice aos 25 anos. O problema é que depois ápice, só nos resta a decadência.

Impossível não pensar que já faz um tempinho que passei dos 25 anos, e que, apesar de ainda estar na fase de juventude, daqui para frente, é um caminho reto para a velhice que só será interrompida com a morte prematura. Sabem como é né? 2012 vem aí...

1 Response to "Ah a velhice..."

  1. Boas falas. SeuPutz cultua a genial frase do boxer George Foreman: "A velhice não é uma coisa que te acontece, é uma decisão você toma."

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